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Acham que ciclista é vagabundo, que quer mudar o mundo. Na verdade, o primeiro mundo que ele quer mudar, é o mundo próprio!

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Arquivado em Cicloativismo, Mobilidade

Colapso inevitável

Sei que é beeeem repetitivo falar sobre a falta de qualidade do transporte público brasileiro, em específico o paulistano, mas passei por uma situação desagradável no último fim de semana, que me deixou realmente preocupado.

Mesmo sabendo da realidade do nosso transporte público, sempre incentivei o uso do mesmo, por achar que embora estivesse completamente saturado, sempre foi e sempre será uma das soluções quando o assunto é a nossa mobilidade, ou a falta dela.
Sem dúvida alguma, um transporte público eficiente diminui o trânsito, polui menos, dentre outros benefícios.

Infelizmente, passei por uma situação que nunca tinha passado antes, e o pior de tudo foi o conformismo dos meus colegas de ponto de ônibus.

Fiz o mesmo caminho que sempre faço para voltar do ensaio da minha banda, ou seja, embarquei na estação Santana do metrô, e desci na estação Barra Funda para pegar o ônibus 938p (Vl. Penteado para os mais íntimos).

Cheguei na estação Barra Funda às 22h40, e como de costume, não havia nenhum ônibus no ponto.

Esperei, esperei, esperei e esperei, e nada do ônibus chegar (meu relógio já marcava 23h35).

E pra ajudar, como não sou muito grande e a guitarra é relativamente pesada, ter ficado com ela nas costas esse tempo todo não foi nada agradável.

Pra não ter que descer em um ponto que não fica nada perto da minha residência, optei (meio irônico, pois realmente não tinha outra opção) por chamar um táxi, e assim, gastar 25 mangos num percurso de 5,5 km, onde o taxista veio chinelando de lá até aqui, chegando na frente da minha casa em no máximo 10 minutos.

Inconformado com a situação, resolvi mandar um e-mail ao orgão competente, ou seja, SpTrans, e obtive esta resposta:

Prezado(a), DIEGO

Em atenção à reclamação, informamos que em fiscalização realizada recentemente, constatou-se descumprimento de partidas, razão pela qual o consórcio responsável foi autuado. Contudo, diante da reclamação e visando o cumprimento das disposições determinadas por esta Gestora, intensificaremos a fiscalização, tanto no desempenho da operação, quanto no comportamento dos operadores e, na constatação de quaisquer anormalidades, que possam comprometer a qualidade dos serviços prestados, serão aplicadas as penalidades cabíveis, conforme legislação vigente.

Agradecemos seu contato, pois a manifestação dos usuários é muito importante para o aprimoramento de nossos serviços.

——————————————————————————————–

ATENÇÃO: não responda esse e-mail, ele não é monitorado.

Para entrar em contato com a SPTrans, entre no site: http://www.sptrans.com.br

Infelizmente, não sei se o que me foi notificado pela SpTrans neste e-mail é de fato o que ocorreu, mas o ponto principal nem é este.

Tomem como exemplo a atitude dos estudantes, do movimento “Passe Livre”, que é extremamente louvável.
Não estão nada contentes com a situação em que o transporte público se encontra, perceberam que ela não irá mudar sem ninguém antes tomar uma atitude, e resolverão fazer a coisa mais lógica, porém, uma das mais complicadas do mundo: ter INICIATIVA.

Que isso sirva de aprendizado para as pessoas que aguentam caladas o descaso do poder público.

Pode ser que essa minha atitude não tenha tido e não tenha futuramente nenhuma consequência, mas ficarmos de braços cruzados, reclamando para o vizinho de ponto de ônibus que não aguenta mais a situação, não resolverá nada definitivamente.

Agora vou indo, ainda tenho que esperar o 938P e já está na hora do rush!

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Arquivado em Meio Ambiente, Mobilidade

Assassino hoje em dia usa carro como arma

Não tenho palavras para descrever o que esse motorista, que pra mim é um animal, fez com a galera da Massa Crítica de Porto Alegre.

Creio ser desnecessário meter a boca nesse homem escroto (se é que pode ser chamado de homem), pois as imagens deste vídeo falam por si.

Volto a frisar: o fato de você, motorista, pagar IPVA, não quer dizer que você é o dono da rua, e sim, que paga um imposto referente ao SEU veículo (IPVA significa Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).
A rua é feita para pessoas, e a bicicleta deve fazer SIM parte do trânsito, sendo que nós ciclistas também temos o direito de pedalar na rua e fazer parte do trânsito.

Atitude escrota, ridícula, sem sentido, assassina!

Antes de pensar em fazer algo como isso, pergunte-se: a minha pressa vale a vida de um terceiro?

Se quiser saber mais sobre a notícia, clique aqui.

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Arquivado em Bike, Cicloativismo, Mobilidade

Pedalusp

Gostaria de noticiar a todos os meus fiéis leitores que a Universidade de São Paulo disponibilizará em seu campus, bicicletas para que os estudantes se locomovam com maior facilidade por lá.

O sistema parece ser bem simples.

O estudante poderá retirar sua bicicleta com sua respectiva carteirinha e terá uma hora para pedalar.

A bicicleta poderá ser devolvida em qualquer estação (local que as bicicletas são disponibilizadas).

Parabenizo a USP pela sua bela iniciativa, e digo que sinto MUITA inveja dos estudantes de lá (como sempre, uma inveja da boa, claro!).

Se você quiser saber mais sobre este sistema, é só clicar aqui.

Agora deixa eu ir embora. Sabe como é né, já está na hora do rush!

Até o próximo post! Tchau!

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Arquivado em Bike, Cicloativismo, Mobilidade

Revolta sem sentido ou inveja motivada?

Quem me conhece sabe muito bem que fico indignado com muitas coisas, e sou extremamente impulsivo em várias situações, mas esta que apresentarei, sem dúvida alguma, gerará um sentimento de revolta misturado com uma repulsa enorme em cada um de vocês, independentemente de andarem de carro, bicicleta, ou qualquer outro meio de transporte em São Paulo.

O nome do fato que me gerou este sentimento péssimo se chama Barbara Gancia.

Em seu último post, Barbara coloca algumas palavras que acabam ofendendo não só a quem utiliza a bicicleta como meio de transporte, mas também a todas as pessoas que pensam de forma contrária a dela, ou seja, que tenham um pensamento mais aberto e evoluído.

Sinceramente, fico me perguntando o motivo de tanta revolta em seu coração.

Não sei se ela tem raiva especificamente da Renata Falzoni e acabou estendendo a todas as pessoas que pensam e lutam como ela, ou se ela tem inveja de indivíduos como eu que tem a felicidade de pedalar e serem livres de fato.

Fico extremamente chateado quando leio algo do tipo, e mais chateado ainda quando isso parte de uma pessoa que tem instrução, que tem uma coluna em um jornal importante de São Paulo, que querendo ou não, é uma formadora de opiniões.

Ler coisas como “mauricinhos se juntam para pedalar à noite e atravancam os faróis como se fossem donos do mundo”, ou entao “outra noite, na frente de um restaurante japa, tive de ouvir de um ciclista desses: “Vai acabar essa moleza! Cigarro e bebida têm os dias contados!” Pensei comigo: “E você vai cair daí e quebrar todos os dentes, seu nazista”, faz com que eu desenvolva um sentimento de revolta, mas o sentimento que predomina em mim é o de pena.
Pena de uma pessoa que pensa pequeno, e provavelmente deve achar que o lugar de bicicleta é em parque ou calçada.

Não sou mauricinho, muito pelo contrário. Ando de bicicleta e prego o uso dela no dia-a-dia pois realmente acredito que a mesma é realmente uma alternativa para o nosso trânsito, e para a melhoria da qualidade de vida de quem pedala.

Para ela (Barbara), o trânsito não a incomoda. O maior problema não são os CARROS, mas sim as PESSOAS que atravancam o farol e a passagem dela.

É meio inconcebível para mim a idéia de que as ruas foram feitas exclusivamente para carros. Dá-se prioridade a veículos automotores e esquecem das pessoas que fazem parte do trânsito.

Alguns blogueiros disseram que não se importam com o que ela pensa. Eu me importo e MUITO, pois se mais pessoas começarem a pensar como ela, São Paulo parará no tempo, e ela ficará presa em seu carro no trânsito, literalmente.

E Barbara, conselho de amigo: Tire essa raiva de seu coraçãozinho e tente pedalar por Sampa (mesmo dizendo que sempre pedalou). Você descobrirá uma nova cidade, completamente diferente da cidade que conheceu andando de carro.
Já ia quase me esquecendo. Recomendo-lhe também um post meu, quem sabe lendo esse post você pense mil vezes antes de proferir palavras agressivas e indelicadas como fez em seu blog.

Para quem quiser ler o post dela, é só clicar aqui.

Deixa eu ir embora pois já está na hora do rush!

Até mais rapaziada! Tchau!

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Arquivado em Bike, Cicloativismo, Mobilidade

Trinta Segundos Para Marte

Fala rapaziada, tudo tranquilo?

Hoje na verdade não postarei nada em específico, e sim, recomendarei um videoclipe que já tinha visto, mas que acabei não recomendando a ninguém por pura falta de memória.

O videoclipe é da banda Thirty Seconds To Mars, se chama Kings and Queens, e mostra um mar de ciclistas pedalando uniformemente.
Sem dúvida alguma, vale a pena ser visto!

Se você não gostar do som, ainda terá uma grande chance de gostar das imagens, que para um leigo como eu, são fenomenais!

Até o próximo post!

Ps: A bike do índio que aparece no videoclipe é maior que a do Galo!

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Arquivado em Cicloativismo, Mobilidade

Sinal de status, extensão da casa ou meio de locomoção?

Quando comecei a andar de bicicleta e ler matérias sobre mobilidade urbana, sustentabilidade e assuntos conexos, a primeira pergunta que fiz a mim mesmo foi: será que carro é tão importante assim?

Cheguei a uma conclusão um tanto quanto óbvia, porém, completamente inviável para pessoas que não estão dispostas a mudar, independentemente do motivo.

Sei que algumas pessoas que estão lendo isso vão falar que eu não tenho nada mais interessante para fazer (e de fato não tenho), ou que isso não passa de uma idéia tecnocrata barata, mas mesmo assim, acho interessante escrever a respeito, nem que seja para proporcionar um breve momento de reflexão.

Segundo dados de pesquisas recentes, o paulistano passa em média três horas por dia no trânsito.

Se você acha pouco três horas parado num trânsito infernal, faça as contas e veja quantas horas você perde em um ano!

Isso se dá por vários fatores, como por exemplo o crescimento ilógico de São Paulo, onde uma pessoa acaba percorrendo vários quilômetros para ir de sua casa ao trabalho.
É aquele famosa história da cidade que não foi bem planejada, simplesmente cresceu.

Outro fator que colabora significativamente é a quantidade absurda de carros que circulam pelas ruas de nossa cidade.

É impressionante como o paulistano ama o seu carro. É algo até difícil de acreditar.

Desde novos somos condicionados a gostarmos de carro.

O que é a primeira coisa que um adolescente faz ao completar 18 anos?
Tira a sua tão desejada carta!
Faz isto pois em sua mente, carro significa status, significa comodidade, significa o passaporte para a livre locomoção e liberdade (e ocorre justamente o contrário, espertalhão!).

Carro de mulher (não estou sendo machista).

Quantos de nós presenciamos cenas em que a motorista vizinha passa lápis no olho enquanto aguarda o farol abrir?
E o que dizer então do rapaz que estuda em plena 23 de maio, aguardando aquela fila interminável de veículos andar alguns metros?
E quantos de nós nunca fizemos algo parecido?

Passamos tantas horas no trânsito que o incorporamos em nosso dia-a-dia.

Achamos a coisa mais normal do mundo ficarmos parados horas e horas, e para passar esse tempo, realizamos atividades dentro do carro para amenizarmos o tempo perdido.

Já reparou também que a maioria dos carros estão ocupados por uma única pessoa?

Agora eu pergunto: será que o carro é realmente um veículo que de fato tem como objetivo se locomover, ou esse seu objetivo principal acabou sendo desvirtuado pela realidade de São Paulo, se tornando assim um sinal de status ou extensão da casa do indivíduo?

Digo isto pois a sua finalidade principal, que seria se locomover, passou a ser deixada de lado, já que a locomoção em São Paulo está ficando cada dia mais difícil.

É claro que não sou maluco em dizer que carro não é importante. Longe de mim!

O que questiono é: o veículo tem toda esta importância que damos a ele, ou se o mesmo nada mais é do que um meio de locomoção importante, mas por várias vezes passível de substitução por outro meio de locomoção?

Tente pelo menos duas vezes por semana substituí-lo por metro, ônibus, bicicleta, ou qualquer outro meio de locomoção menos prejudicial no tocante a (falta de) mobilidade.

Se realmente não der para abrir mão do carango, tente descobrir se algum conhecido ou amigo vai para o mesmo lugar, ou algum local próximo ao seu destino final e lhe de carona (dividindo a gasolina, claro!). Vai ajudar bastante!

O que não cola mais hoje em dia é dizer que não existem substitutos para o carro. Já virou desculpa de preguiçoso, né?!

Repensem suas atitudes!

É isso ae galera. Até o próximo post!

(Clique aqui para ler o post no blog do Milton Jung sobre a relação da Síndrome de Estocolmo e São Paulo. Se trata de um assunto conexo ao post de hoje. Recomendo!)

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Arquivado em Bike, Cicloativismo, Mobilidade

A bicicleta que não gostaríamos de ver

Certas coisas  poderiam simplesmente não existir. Uma delas faz parte do post de hoje.

Sei que a frase mencionada acima é de certa forma uma utopia (vocês entenderão melhor ao final do post), porém, não custa sonhar né?!

Você que está aí sentado lendo este post, já se deparou com bicicletas pintadas de branco em algum canto da cidade?
Se a resposta for sim, por um acaso você chegou a pensar o que ela representa?
Infelizmente, coisa boa não é.

Estas bicicletas pintadas de branco, e por muitas vezes com flores e fotos ao redor, leva o nome de “ghost bike”, ou, na tradução literal, “bicicleta fantasma”.

Elas simbolizam o local em que algum ciclista faleceu, em decorrência de atos que se tornaram comuns em nosso trânsito.

Estas bicicletas se tornam uma espécie de memorial, deixando no local uma homenagem ao ciclista vitimado.

Em uma analogia clara e simples, estas bicicletas podem ser comparadas, ao meu modo de ver, com aquelas cruzes e pequenos altares que encontramos em estradas, tendo basicamente a mesma finalidade que a “bicicleta fantasma”, ou seja, lembrar de forma singela a vítima, e além disso, no caso das bicicletas, mostrar ao público a consequência de “fatalidades” ou atos impensados causados por motoristas de veículos automotores.

Como bem sabemos, é utilizado pela maioria das pessoas o carro como meio principal de locomoção para percorrer qualquer distância, sendo ela considerável ou não.

Ao longo do percurso, o engarrafamento se torna presente na maioria das vezes, tornando assim o deslocamento, obviamente, mais demorado, e por conseqüência mais estressante, sendo este um dos motivos principais que ocasionam as “fatalidades” que presenciamos em nosso cotidiano.

Pesquisas recentes apontam que a cada cinco dias um ciclista morre em São Paulo, em decorrência de “acidente” de trânsito.
Pra se ter uma idéia da proporção disso tudo, em 2007 foram registradas mais de 83 mortes.

Um exemplo claro que acabou fazendo parte desta estatística lamentável foi Márcia Regina de Andrade Prado, que como mencionado no post anterior, faleceu depois de ter sido atropelada por um ônibus na Avenida Paulista.

Para evitar este tipo de “fatalidade”, uma das formas mais eficazes seria a conscientização de todas as pessoas, que de forma direta ou indireta façam parte do trânsito, tendo como objeto principal a conscientização dos motoristas de veículos, causadores da maior parte dos “acidentes” relacionados a ciclistas e pedestres.

A Bicicletada já vem fazendo isso, porém, seria interessante uma atuação mais aguda do Poder Público (este é um dos motivos que tornam a primeira frase do post uma utopia) neste sentido.

É de cortar o coração quando encontro alguma “bicicleta fantasma” nas ruas de São Paulo.
Pensar que ali existia uma vida, que aquela pessoa tinha sonhos e objetivos, que poderia estar voltando do trabalho e que sua  família o aguardava ansiosamente, mas por um ato, na maior parte das vezes impensado, acabou tendo sua vida ceifada.

Será que só eu penso assim?
Será que o motorista do ônibus que atropelou Márcia Prado tinha como única preocupação ultrapassá-la para ganhar alguns minutos em seu percurso?

Sinceramente,  quero acreditar que não.

Faço a minha parte para tentar mudar esta história que sempre acaba com um final nada feliz, e torço todos os dias para não encontrar mais “bicicletas fantasmas” pelas ruas da cidade, e nem me tornar parte desta estatística.

Repensem suas atitudes no trânsito e lembrem-se: ciclista é mais frágil que carro, e assim como você, tem uma família que o aguarda em casa.

Obs: Fuçando em alguns sites e blogs, acabei encontrando uma iniciativa interessante (produção independente – pra variar), onde os idealizadores buscavam arrecadar fundos para a realização de um filme que leva como tema o assunto abordado neste post, e pelo que me parece, já conseguiram seu objetivo.
Clique aqui para ver o vídeo e saber mais sobre o projeto.

Até o próximo post rapaziada!

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Hora do Planeta 2010

Você sabe o que significa o título do post?

Eu até então não sabia (ou não lembrava).

Hora do Planeta é uma iniciativa da WWF que busca, de forma simbólica, despertar a nossa consciência quando o assunto é aquecimento global.

Esta iniciativa surgiu em Sidney, na Austrália, mais precisamente em 2007, sendo que um ano após ao seu nascimento, 371 países participaram.

O Brasil iniciou a sua participação no ano passado, e pelo visto a moda pegou, pois, neste ano será repetido o que presenciamos (residências, monumentos, prédios públicos e vários outros locais apagaram suas luzes).

A cidade-sede nacional do evento foi escolhida, simmm, pra variar, o Rio de Janeiro (que fique claro que não tenho nada contra, nem a favor).

Há quem diga que isto não passa de um evento em que os gringos fingem que se preocupam com o planeta e depois usam seus carros poluindo por aí, e utilizando, claro, o ar condicionado.

Segundo informações que são passadas no site da iniciativa aqui no Brasil, para participar, a princípio, você deve se cadastrar para que eles possam depois saber quantas pessoas efetivamente apagaram a luz, e espalhar a notícia por aí.

Ta na hora do rush, ta na hora do rush!

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