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Hora do planeta 2011

Fala galera!

Não sei se vocês se recordam, mas no ano passado divulguei aqui uma iniciativa da WWF que tem como objetivo enfrentar as mudanças climáticas.

Pois bem, vim aqui para divulgar esta iniciativa novamente, mas agora em sua versão 2011.

E o que você deve fazer?

Simples! Desligar as luzes de sua casa, às 20h30, no sábado (26/03/11), aderindo assim a este projeto tão bacana. 

Vamos nos unir! Além de ajudar o meio ambiente, você fará parte de um evento que será sempre lembrado ao longo dos anos.

Se você quiser saber mais sobre “A Hora do Planeta”, leia meu último post sobre a iniciativa aqui.

Vejo vocês mais tarde, daqui a aproximadamente três horas, pois já sabem, está na hora do rush!

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Arquivado em Meio Ambiente

Revolta sem sentido ou inveja motivada?

Quem me conhece sabe muito bem que fico indignado com muitas coisas, e sou extremamente impulsivo em várias situações, mas esta que apresentarei, sem dúvida alguma, gerará um sentimento de revolta misturado com uma repulsa enorme em cada um de vocês, independentemente de andarem de carro, bicicleta, ou qualquer outro meio de transporte em São Paulo.

O nome do fato que me gerou este sentimento péssimo se chama Barbara Gancia.

Em seu último post, Barbara coloca algumas palavras que acabam ofendendo não só a quem utiliza a bicicleta como meio de transporte, mas também a todas as pessoas que pensam de forma contrária a dela, ou seja, que tenham um pensamento mais aberto e evoluído.

Sinceramente, fico me perguntando o motivo de tanta revolta em seu coração.

Não sei se ela tem raiva especificamente da Renata Falzoni e acabou estendendo a todas as pessoas que pensam e lutam como ela, ou se ela tem inveja de indivíduos como eu que tem a felicidade de pedalar e serem livres de fato.

Fico extremamente chateado quando leio algo do tipo, e mais chateado ainda quando isso parte de uma pessoa que tem instrução, que tem uma coluna em um jornal importante de São Paulo, que querendo ou não, é uma formadora de opiniões.

Ler coisas como “mauricinhos se juntam para pedalar à noite e atravancam os faróis como se fossem donos do mundo”, ou entao “outra noite, na frente de um restaurante japa, tive de ouvir de um ciclista desses: “Vai acabar essa moleza! Cigarro e bebida têm os dias contados!” Pensei comigo: “E você vai cair daí e quebrar todos os dentes, seu nazista”, faz com que eu desenvolva um sentimento de revolta, mas o sentimento que predomina em mim é o de pena.
Pena de uma pessoa que pensa pequeno, e provavelmente deve achar que o lugar de bicicleta é em parque ou calçada.

Não sou mauricinho, muito pelo contrário. Ando de bicicleta e prego o uso dela no dia-a-dia pois realmente acredito que a mesma é realmente uma alternativa para o nosso trânsito, e para a melhoria da qualidade de vida de quem pedala.

Para ela (Barbara), o trânsito não a incomoda. O maior problema não são os CARROS, mas sim as PESSOAS que atravancam o farol e a passagem dela.

É meio inconcebível para mim a idéia de que as ruas foram feitas exclusivamente para carros. Dá-se prioridade a veículos automotores e esquecem das pessoas que fazem parte do trânsito.

Alguns blogueiros disseram que não se importam com o que ela pensa. Eu me importo e MUITO, pois se mais pessoas começarem a pensar como ela, São Paulo parará no tempo, e ela ficará presa em seu carro no trânsito, literalmente.

E Barbara, conselho de amigo: Tire essa raiva de seu coraçãozinho e tente pedalar por Sampa (mesmo dizendo que sempre pedalou). Você descobrirá uma nova cidade, completamente diferente da cidade que conheceu andando de carro.
Já ia quase me esquecendo. Recomendo-lhe também um post meu, quem sabe lendo esse post você pense mil vezes antes de proferir palavras agressivas e indelicadas como fez em seu blog.

Para quem quiser ler o post dela, é só clicar aqui.

Deixa eu ir embora pois já está na hora do rush!

Até mais rapaziada! Tchau!

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Bom Jesus de Pirapora – Parte III

Está chegando para mim e para os meus amigos a data mais esperada do ano!
E não, não é a parada gay!
É nada mais nada menos que a famosa romaria a pé para Bom Jesus de Pirapora, ou Pirapora do Bom Jesus (nunca sei qual o nome certo).

Tá, daí você me pergunta: qual a graça nisso?
Uma andança até uma cidade pequena que dura horas,  passar frio e fome durante o percurso, não dormir durante a madrugada toda, pra que tudo isso?
É bem simples. Não fazemos isso para sofrer ou algo do tipo, e sim, para passarmos momentos bons com pessoas que gostamos, conhecermos pessoas novas, assistirmos a missa para pedirmos saúde durante o ano todo para voltar no próximo, e é claro, andar um pouco de bicicleta.

Este é o terceiro ano que participo, e será a 60ª edição da romaria.

Não há registros de quando ela realmente começou, se tendo a idéia de que sua existência ultrapassa os 70 anos.

Como manda a tradição, os romeiros partem da travessa Edgar Neville, nº 03, altura da Avenida Itaberaba, nº 600, às 18h .

Já os ciclistas, que começaram a participar da romaria em 2008, iniciam sua concentração no Largo da Matriz, na Freguesia do Ó, à meia-noite.

Sou suspeito para recomendar este “passeio”, mas, se você gosta de desafios, curtir uma noite legal conhecendo novas pessoas, e praticar um pouco a sua fé no estado mais puro e simples independentemente da sua religião, vale a pena pensar a respeito!

Para quem quiser saber mais sobre a romaria e ver algumas fotos das edições anteriores, clique aqui.

Para saber mais sobre a edição deste ano, é só apertar o play!

Pra quem for, até sábado. Já pra quem resolver não ir, até a volta!

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Sinal de status, extensão da casa ou meio de locomoção?

Quando comecei a andar de bicicleta e ler matérias sobre mobilidade urbana, sustentabilidade e assuntos conexos, a primeira pergunta que fiz a mim mesmo foi: será que carro é tão importante assim?

Cheguei a uma conclusão um tanto quanto óbvia, porém, completamente inviável para pessoas que não estão dispostas a mudar, independentemente do motivo.

Sei que algumas pessoas que estão lendo isso vão falar que eu não tenho nada mais interessante para fazer (e de fato não tenho), ou que isso não passa de uma idéia tecnocrata barata, mas mesmo assim, acho interessante escrever a respeito, nem que seja para proporcionar um breve momento de reflexão.

Segundo dados de pesquisas recentes, o paulistano passa em média três horas por dia no trânsito.

Se você acha pouco três horas parado num trânsito infernal, faça as contas e veja quantas horas você perde em um ano!

Isso se dá por vários fatores, como por exemplo o crescimento ilógico de São Paulo, onde uma pessoa acaba percorrendo vários quilômetros para ir de sua casa ao trabalho.
É aquele famosa história da cidade que não foi bem planejada, simplesmente cresceu.

Outro fator que colabora significativamente é a quantidade absurda de carros que circulam pelas ruas de nossa cidade.

É impressionante como o paulistano ama o seu carro. É algo até difícil de acreditar.

Desde novos somos condicionados a gostarmos de carro.

O que é a primeira coisa que um adolescente faz ao completar 18 anos?
Tira a sua tão desejada carta!
Faz isto pois em sua mente, carro significa status, significa comodidade, significa o passaporte para a livre locomoção e liberdade (e ocorre justamente o contrário, espertalhão!).

Carro de mulher (não estou sendo machista).

Quantos de nós presenciamos cenas em que a motorista vizinha passa lápis no olho enquanto aguarda o farol abrir?
E o que dizer então do rapaz que estuda em plena 23 de maio, aguardando aquela fila interminável de veículos andar alguns metros?
E quantos de nós nunca fizemos algo parecido?

Passamos tantas horas no trânsito que o incorporamos em nosso dia-a-dia.

Achamos a coisa mais normal do mundo ficarmos parados horas e horas, e para passar esse tempo, realizamos atividades dentro do carro para amenizarmos o tempo perdido.

Já reparou também que a maioria dos carros estão ocupados por uma única pessoa?

Agora eu pergunto: será que o carro é realmente um veículo que de fato tem como objetivo se locomover, ou esse seu objetivo principal acabou sendo desvirtuado pela realidade de São Paulo, se tornando assim um sinal de status ou extensão da casa do indivíduo?

Digo isto pois a sua finalidade principal, que seria se locomover, passou a ser deixada de lado, já que a locomoção em São Paulo está ficando cada dia mais difícil.

É claro que não sou maluco em dizer que carro não é importante. Longe de mim!

O que questiono é: o veículo tem toda esta importância que damos a ele, ou se o mesmo nada mais é do que um meio de locomoção importante, mas por várias vezes passível de substitução por outro meio de locomoção?

Tente pelo menos duas vezes por semana substituí-lo por metro, ônibus, bicicleta, ou qualquer outro meio de locomoção menos prejudicial no tocante a (falta de) mobilidade.

Se realmente não der para abrir mão do carango, tente descobrir se algum conhecido ou amigo vai para o mesmo lugar, ou algum local próximo ao seu destino final e lhe de carona (dividindo a gasolina, claro!). Vai ajudar bastante!

O que não cola mais hoje em dia é dizer que não existem substitutos para o carro. Já virou desculpa de preguiçoso, né?!

Repensem suas atitudes!

É isso ae galera. Até o próximo post!

(Clique aqui para ler o post no blog do Milton Jung sobre a relação da Síndrome de Estocolmo e São Paulo. Se trata de um assunto conexo ao post de hoje. Recomendo!)

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Arquivado em Bike, Cicloativismo, Mobilidade

Hora do Planeta 2010

Você sabe o que significa o título do post?

Eu até então não sabia (ou não lembrava).

Hora do Planeta é uma iniciativa da WWF que busca, de forma simbólica, despertar a nossa consciência quando o assunto é aquecimento global.

Esta iniciativa surgiu em Sidney, na Austrália, mais precisamente em 2007, sendo que um ano após ao seu nascimento, 371 países participaram.

O Brasil iniciou a sua participação no ano passado, e pelo visto a moda pegou, pois, neste ano será repetido o que presenciamos (residências, monumentos, prédios públicos e vários outros locais apagaram suas luzes).

A cidade-sede nacional do evento foi escolhida, simmm, pra variar, o Rio de Janeiro (que fique claro que não tenho nada contra, nem a favor).

Há quem diga que isto não passa de um evento em que os gringos fingem que se preocupam com o planeta e depois usam seus carros poluindo por aí, e utilizando, claro, o ar condicionado.

Segundo informações que são passadas no site da iniciativa aqui no Brasil, para participar, a princípio, você deve se cadastrar para que eles possam depois saber quantas pessoas efetivamente apagaram a luz, e espalhar a notícia por aí.

Ta na hora do rush, ta na hora do rush!

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